Ivan Skenderoski como orador na Cimeira FCGA – Dubai 2025

A Salience foi destaque numa conversa informal de alto nível na Cimeira FCGA em Dubai, organizada pelo Fiber Connect Council MENA.

Estávamos ansiosos por saber mais sobre o progresso da implantação da fibra em vários continentes e as iniciativas para manter o ritmo de implantação em comunidades menos urbanas, bem como as mudanças tecnológicas para substituir os GPONs anteriores por padrões de velocidade mais elevados e implantações mais simétricas. A IA também foi mencionada como um fator disruptivo, com requisitos de dados mais assimétricos para os utilizadores finais, bem como a necessidade de mais fibra (e mais fiável) para ligações entre centros de dados.

Ivan Skenderoski, sócio-gerente e CEO da Salience Consulting, juntamente com o Dr. Mohannad Y. Salam, da AtkinsRéalis, participaram de uma conversa informal sobre iniciativas de cidades inteligentes/megacidades e lições aprendidas no Médio Oriente. A discussão enfatizou vários desafios, incluindo:
1. Desafios relacionados à estimativa da demanda por capacidade de banda larga na cidade e à conexão das cidades para as aplicações e os casos de uso em jogo (como estimar os dados necessários para realizar uma competição de jogos eletrônicos daqui a 10 anos?)
2. A necessidade de redes abertas e plataformas de dados abertas que possibilitem cidades inteligentes. O conceito de redes de acesso aberto precisa se estender das redes fixas tradicionais de atacado para implantações móveis (incluindo antenas compartilhadas) e cabos submarinos (corredores compartilhados no leito marinho para os cabos e “portos digitais” ligados às estações de aterramento).
Os dados abertos precisam ser protegidos, mas disponibilizados para uso, em vez de serem proprietários e usados para um único propósito.
3. Os desafios regulatórios na padronização da infraestrutura de cidades inteligentes e o necessário alinhamento com as prioridades de financiamento e investimento relacionadas ao financiamento de cidades distantes devem se estender em relação aos investimentos das operadoras de telecomunicações privadas.
4. Estender a segurança da fibra/rede da cibersegurança à segurança física e tornar as redes de fibra e a infraestrutura relacionada mais resilientes a desastres naturais.